13 de dezembro – França: Nossa Senhora da Santa-Capela

O Senhor e sua Mãe cumularam esta alma de graças imensas

O Sr. Joly era um idoso, o último dos ministros do rei mártir, Luís XVI (rei da França no século XVIII). Ligado à seita dos pretendidos filósofos do século XVIII, não praticava nenhuma espécie de religião, desde a sua juventude.

Com mais de oitenta anos, cego e doente por vários meses, suas faculdades intelectuais não tinham sofrido nenhuma alteração. Profundo jurisconsulto, ainda era o conselheiro de inúmeras famílias, cujos interesses governava. O padre da região se apresentou à sua porta, umas dez vezes, mas em todas as vezes, sempre fora rejeitado.

Na segunda-feira, 12 de dezembro, ele se apresentou, mais uma vez; quiseram mandá-lo embora, mas ele persistia, e acabou sendo recebido. Após alguns minutos de conversa de pura cortesia, o Sr. Joly disse ao seu pastor, sem qualquer preâmbulo:

“Senhor cura, o senhor poderia ser bondoso o bastante para me abençoar?” Ele foi atendido e, após receber a bênção, acrescentou: “Como a vossa visita me faz bem, Senhor cura! Eu não posso enxergar o senhor, mas sinto a vossa presença. Desde que chegastes aqui, estou a desfrutar de muita paz, de muita calma e de uma alegria interior tão grande, como jamais havia sentido.”

O padre começou a rezar ardentemente à Virgem Maria; a graça, visivelmente, se desenvolvia... O clérigo só deixou o enfermo após ouvir a sua confissão. Deus Nosso Senhor e sua Mãe Santíssima cumularam aquela alma com imensas graças: a vida do enfermo foi prolongada por muitos anos, e todos os dias que se passaram, desde a sua conversão, foram consagrados à fé, ao amor a Deus e à submissão à sua divina vontade.

L’équipe de Marie de Nazareth

Fonte: Recueil Marial

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