30 de setembro ─ Irlanda, Knock : João Paulo II cria uma Basílica e oferece uma rosa de ouro (1979)

Maria é a maravilha das maravilhas

Grande científico do século XX, pioneiro da genética moderna, sobretudo pela descoberta da trissomia 21, o professor francês, Jérôme Lejeune (1926-1994), colocou toda a sua vida a serviço das crianças deficientes. Ajudou mais de 9.000 pacientes e seus pais, que chegavam, vindos de todo o mundo ao seu consultório médico em Paris.

Ele marcou a história, defendendo, incansavelmente, a dignidade e a vida de seus pacientes, contra as leis eugênicas, munido de coragem histórica, para seguir a sua consciência de médico, fiel ao juramento de Hipócrates, e sua consciência de cristão fiel ao seu batismo. São João Paulo II o nomeou primeiro presidente da Academia pontifícia para a Vida. Seu processo de canonização foi aberto. Eis a sua resposta para a pergunta: “Vós amais Maria?”, durante uma entrevista dada ao jornal «Le Sourire de Marie» (O Sorriso de Maria).

Professor Lejeune: “Maria é a maravilha das maravilhas. A biologia nos ensina que cada ser deve a sua natureza à mensagem genética que o anima e lhe dá a vida. Para que, em Maria, toda a mensagem (obra do Espírito Santo) pudesse se tornar carne (a encarnação), era preciso que a Virgem Maria tivesse sido concebida na própria perfeição (Imaculada Conceição), isenta de qualquer imperfeição hereditária (pecado original). Os teólogos já sabiam disso, antes que a genética fosse criada.”

L’équipe de Marie de Nazareth, com a participação da Fundação Jérôme Lejeune

Fonte : Entrevista para o jornal paroquiano Le Sourire de Marie, 1977

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