14 de setembro ─ Exaltação da Santa Cruz ─ França, Alsácia: Nossa Senhora das três Espigas (1491)

A minha medalha milagrosa me protegeu

Neste mês de junho de 2017, em Vosges (França), onde moro, eu estava sentado à beira do pinhal, ao longo da minha estrada, quando vi chegar um enorme caminhão e seu reboque. O caminhão parou, não muito longe de mim. Sob a rampa da encosta e acima, amontoados, enormes troncos de abetos, recém-derrubados. Eles tinham cerca de 25 a 30 metros de comprimento. Eu gostava de ver como eles eram carregados, por meio de um enorme guindaste que, do alto do caminhão, os apreendia e os organizava de forma impecável.

O lenhador, sentado entre a cabine e o veículo, precisava apenas apertar as teclas de uma tabuinha, diante dele, para comandar o trabalho. Ele controlava as manobras sem fadiga, sem riscos. Eu permaneci durante certo tempo, a admirar aquelas proezas de técnica bem desenvolvida!

Decidi, então, seguir o meu caminho. O carregamento dos troncos não havia sido concluído. Pensei em passar entre a beira da estrada e o caminhão, sem correr riscos! Assim que me levantei, ouvi uma voz, dentro de mim que dizia: "Espere um pouco!” Obedeci... E, no exato momento, em que eu deveria passar entre a beira da estrada e o caminhão, a grua que levantava vários troncos ao mesmo tempo, deixou uma enorme tora cair, exatamente no lugar onde eu teria passado! Certamente, eu teria morrido, se tivesse passado por lá! Minha medalha milagrosa da capela da Rue du Bac (em Paris), que sempre levo em volta do pescoço, me protegeu ...! “Obrigada Mãezinha Maria!”

Testemunho de Danièle M.

(Junho, 2017, Vosges)

Fonte: revista Chétiens Magazine

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